Este texto, o escriba Valdemir Mota de Menezes copiou da Folha Online e aprendeu um pouco mais sobre este tipo de personalidade doentia que acomete alguns humanos que tem prazer em matar os seus semelhantes. Mas, sou contra a internação dos serial killer, eles devem ser condenados a morte. Menos gastos para o Estado e menos sofrimento para o próprio infeliz que possui esta mente doentia.
9/03/2004 - 15h28
Saiba o que é um serial killer
LÍVIA MARRA
MILENA BUOSI
da Folha Online
Uma pessoa fria, egoísta, sem sentimentos de piedade e com habilidade para mentir. Vaidoso e que, em cada assassinato, quer deixar sua marca. Este é o perfil de um serial killer, segundo especialistas ouvidos pela Folha Online.
Para o médico Guido Palomba, especialista em psiquiatria forense, o assassino em série com conotação sexual vive entre a normalidade e a anormalidade, o que ele chama de estado fronteiriço. "Temos o dia e a noite. No meio, temos a aurora. Com o serial killer ocorre a mesma coisa. De um lado ele tem a normalidade, vive no meio da sociedade, não tem alucinações nem delírios. Mas, por outro lado, tem uma frieza afetiva e ausência de valores éticos e morais", afirmou.
O criminoso é enquadrado na psiquiatria como um sociopata. Por levar uma vida normal e, de repente, matar, ele tem dupla personalidade. O termo foi descrito pela primeira vez, segundo Palomba, em 1840, com base em um militar francês que, durante o dia, trabalhava e convivia pacificamente com sua família e, à noite, invadia cemitérios para violentar cadáveres.
O serial killer tem consciência e sabe que está praticando um crime. No entanto, ele não tem sentimentos nem sente pena da vítima. "Ele quer se saciar do apetite mórbido. Ele é parcialmente capaz de entender o que ocorre [no momento do crime]. Mas o desejo e a falta de freio afetivo se sobrepõem", disse Palomba, que compara o ato do criminoso com o de uma pessoa extremamente ciumenta.
"A pessoa que sente ciúmes tem um impulso que não consegue frear. Ela está dominada e não é livre. O mesmo ocorre com idéias homicidas do serial killer. Ele sente que precisa descarregar essa vontade."
Começo
Para o médico, que trabalhou mais de dez anos no manicômio de Franco da Rocha, os primeiros distúrbios geralmente ocorrem no início da adolescência. "Ele começa a maltratar animais, foge de casa, tem envolvimento com drogas, gosta de incendiar coisas", disse. No entanto, isso não significa que todas as crianças e adolescentes que "fazem maldades" se tornarão homicidas. O assassino em série também costuma ter problemas sexuais.
O criminoso começa a agir por qualquer "motivo", como uma simples noite mal dormida. Isso costuma ocorrer na faixa larga dos 20 aos 35 anos. "Mas nada impede que seja antes ou depois", ressaltou Palomba.
Para o médico Antonio de Pádua Serafim, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica da USP, o comportamento criminoso pode ser determinado por fatores genéticos, neurológicos ou sociais. Traumas de infância podem colaborar, como epilepsia e alcoolismo na família.
Cada serial killer tem a sua leitura do crime. Alguns gostam de enforcar, como é o caso do maníaco de Guarulhos, outros gostam de embebedar a vítima antes de violentá-la e matá-la, outros gostam de atrair para o mato, como fazia o maníaco do parque _um dos serial killers com conotação sexual mais famosos do país.
"É uma analogia de vivência pessoal", afirmou Palomba. "No caso de Guarulhos, o maníaco pode estrangular as vítimas porque, no passado, deu uma gravata em um moleque, viu ele roxo e achou bonito. O serial killer, pode, por exemplo, matar somente morenas de cabelo encaracolado porque tomou um fora de uma ex-namorada com essas características."
Apesar de ser possível identificar uma "causa", ela só poderá ser descoberta após análise individual do criminoso.
O serial killer costuma cometer o crime sempre de forma semelhante para deixar sua marca e, às vezes, leva um "souvenir". Em Guarulhos, o maníaco costuma roubar um aparelho eletrônico.
Segundo o médico Serafim, em raros os casos, o criminoso pode assassinar mais de uma pessoa no mesmo local, como "queima de arquivo".
Reincidente
O assassino em série só pára de matar se for preso ou morto. Caso seja considerado imputável e detido como um criminoso comum, após cumprir a pena, voltará a matar. Por isso, a maioria dos serial killers é considerado semi-imputável e precisa, conforme a psiquiatria, cumprir medidas de segurança em casas de tratamento, e não em presídios comuns.
"Se ele é julgado como criminoso comum, pega, no máximo, 30 anos de prisão, conforme as leis brasileiras. Mas se é tido como semi-imputável, deve pegar uma medida de segurança, que tem momento para começar, mas não para terminar", disse Palomba, que lançará o livro
"Tratado de Psiquiatria Forense Civil e Penal", no próximo ano, pela Ateneu Editora.
Para o médico, o serial killer pode parar de assassinar por um tempo, quando sente que a polícia está perto de descobri-lo e prendê-lo. Mas depois ele volta a cometer o crime. Geralmente aperfeiçoado.
I'm not trained in psychiatry, but as the saying goes: medical and crazy every one of us have a little. In this blog I analyze the issues raised by psychiatry always the light of the Bible and seeking the truth about the causes of mental illness and how we can heal them. (Scribe Valdemir Mota de Menezes)
terça-feira, 21 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
SCHIZOPHRENIA
That the deponent is the father of Claudemir da Silva Souza and that this act has documents showing that your child has a poor prognosis regarding their mental state. That as we see them is not able to testify. Claudemir the case is serious and this is schizophrenia. That the deponent has already paid the prejudice that caused the Claudemir a military police vehicle. That military police were called by the nurses of the ambulance to help lead the Claudemir to PS, because he was having an attack was when the policemen started to yell at Claudemir, but alas, the Claudemir became agitated and threw a piece of iron in the car. ( testimony registrer by scribe Valdemir Mota de Menezes(
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de maio de 2010
ANOREXIA
ANOREXIA NERVOSA
É UMA VISÃO DISTORCIDA QUE A PESSOA TEM DE SI MESMO, ELA SE OLHA NO ESPELHO ELA SE COMPARA COM AS DEMAIS PESSOAS, MAS MESMO SENDO MAGRA, ELA SÓ CONSEGUE SE VER GORDA E DESENVOLVE UMA PATOLOGIA QUE PODE LEVAR A PESSOA A SE RECUSAR A SE ALIMENTAR ATÉ O PONTO DA PESSOA MORRER DE FOME. A PESSOA QUE SOFRE DE ANOREXIA NERVOSA DÁ UM VALOR EXCESSIVO AO FATO DE SER MAGRA É MELHOR É MAIS BONITO E É O QUE REALMENTE IMPORTA NESTA VIDA.
É UMA VISÃO DISTORCIDA QUE A PESSOA TEM DE SI MESMO, ELA SE OLHA NO ESPELHO ELA SE COMPARA COM AS DEMAIS PESSOAS, MAS MESMO SENDO MAGRA, ELA SÓ CONSEGUE SE VER GORDA E DESENVOLVE UMA PATOLOGIA QUE PODE LEVAR A PESSOA A SE RECUSAR A SE ALIMENTAR ATÉ O PONTO DA PESSOA MORRER DE FOME. A PESSOA QUE SOFRE DE ANOREXIA NERVOSA DÁ UM VALOR EXCESSIVO AO FATO DE SER MAGRA É MELHOR É MAIS BONITO E É O QUE REALMENTE IMPORTA NESTA VIDA.
AUTO-ESTIMA
AUTO-ESTIMA É A VISÃO QUE A PESSOA TEM DE SI MESMO. SE DIZ QUE A PESSOA TEM BAIXA AUTO-ESTIMA QUANDO ELA PENSA DE SI MESMO MENOS DO QUE ELA É DE VERDADE, E A PESSOA É CONSIDERADA PRÉ-POTENTE QUANDO ELA TEM UMA VISÃO SUPERIOR DE SI MESMO, MAIS DI QUE ELA É DE VERDADE. NORMALMENTE NINGUÉM CONSEGUE TER UMA IDÉIA PERFEITA DE SI MESMO, O QUE É ANORMAL É QUANDO ESTA VISÃO QUE O INDIVIDUO TEM DE SI MESMO TEM GRANDE DISCREPANCIA
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
AGRESSIVIDADE
AGRESSIVIDADE
DIRANTE UM ACESSO DE RAIVA, O HIPOTÁLAMO ENVIA SINAIS AS GLÂNDULAS SUPRA-RENAIS, LIBERNDO ADRENALINA NA CORRENTE SANGUINEA HAVENDO UMA INTERAÇÃO INSTANTANEA ENTRE A SENSAÇÃO DE RAIVA E A FISIOLOGIA, OU SEJA, O CORPO RESPONDE COM REAÇÕES. EXPERIMENTOS QUÍMICOS TÊEM DEMONSTRADO QUE A AGRESSIVIDADE PODE SER ALTERADA MODIFICANDO A TAXA METABÓLICA DE ALGUNS NEUROTRANSMISSORES DO SISTEMA NERVOSO COMO A DOPAMINA, NORADRENALINA E SEROTONINA.
DIRANTE UM ACESSO DE RAIVA, O HIPOTÁLAMO ENVIA SINAIS AS GLÂNDULAS SUPRA-RENAIS, LIBERNDO ADRENALINA NA CORRENTE SANGUINEA HAVENDO UMA INTERAÇÃO INSTANTANEA ENTRE A SENSAÇÃO DE RAIVA E A FISIOLOGIA, OU SEJA, O CORPO RESPONDE COM REAÇÕES. EXPERIMENTOS QUÍMICOS TÊEM DEMONSTRADO QUE A AGRESSIVIDADE PODE SER ALTERADA MODIFICANDO A TAXA METABÓLICA DE ALGUNS NEUROTRANSMISSORES DO SISTEMA NERVOSO COMO A DOPAMINA, NORADRENALINA E SEROTONINA.
ESQUIZOFRENIA
O SITE http://www.psicosite.com.br/tra/psi/esquizofrenia.htm define assim a esquizofrenia:
"Apesar da exata origem não estar concluída, as evidências indicam mais e mais fortemente que a esquizofrenia é um severo transtorno do funcionamento cerebral. A Dra Nancy Andreasen disse: "As atuais evidências relativas às causas da esquizofrenia são um mosaico: a única coisa clara é a constituição multifatorial da esquizofrenia. Isso inclui mudanças na química cerebral, fatores genéticos e mesmo alterações estruturais. A origem viral e traumas encefálicos não estão descartados. A esquizofrenia é provavelmente um grupo de doenças relacionadas, algumas causadas por um fator, outras, por outros fatores".
A questão sobre a existência de várias esquizofrenias e não apenas uma única doença não é um assunto novo. Primeiro, pela diversidade de manifestações como os sub-tipos paranóide, hebefrênico e catatônico além das formas atípicas, que são conhecidas há décadas. Segundo, por analogia com outras áreas médicas como o câncer. O câncer para o leigo é uma doença que pode atingir diferentes órgãos. Na verdade trata-se de várias doenças com manifestação semelhante. Para cada tipo de câncer há uma causa distinta, um tratamento específico em chances de cura distintas. São, portanto, várias doenças. Na esquizofrenia talvez seja o mesmo e o simples fato de tratá-la como uma doença só que atrapalha sua compreensão. Poucos sabemos sobre essa doença. O máximo que conseguimos foi obter controle dos sintomas com os antipsicóticos. Nem sua classificação, que é um dos aspectos fundamentais da pesquisa, foi devidamente concluída."

Analisando este conceito de que a esquizofrenia pode ser explicada como tendo mais de uma causa, concordo plenamente. Como conhecedor de forças sobrenaturais, posso afirmar com certeza que muitos casos são vão os tratamentos com psicotrópicos, porque só estamos vemos a ponta do iceberg. Em muitos casos a esquizofrenia esta ligada a possessão demoníaca. Não reconhecer este fator espiritual limitará o médico em conseguir êxito somente em certos casos e não em outros.
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"Apesar da exata origem não estar concluída, as evidências indicam mais e mais fortemente que a esquizofrenia é um severo transtorno do funcionamento cerebral. A Dra Nancy Andreasen disse: "As atuais evidências relativas às causas da esquizofrenia são um mosaico: a única coisa clara é a constituição multifatorial da esquizofrenia. Isso inclui mudanças na química cerebral, fatores genéticos e mesmo alterações estruturais. A origem viral e traumas encefálicos não estão descartados. A esquizofrenia é provavelmente um grupo de doenças relacionadas, algumas causadas por um fator, outras, por outros fatores".
A questão sobre a existência de várias esquizofrenias e não apenas uma única doença não é um assunto novo. Primeiro, pela diversidade de manifestações como os sub-tipos paranóide, hebefrênico e catatônico além das formas atípicas, que são conhecidas há décadas. Segundo, por analogia com outras áreas médicas como o câncer. O câncer para o leigo é uma doença que pode atingir diferentes órgãos. Na verdade trata-se de várias doenças com manifestação semelhante. Para cada tipo de câncer há uma causa distinta, um tratamento específico em chances de cura distintas. São, portanto, várias doenças. Na esquizofrenia talvez seja o mesmo e o simples fato de tratá-la como uma doença só que atrapalha sua compreensão. Poucos sabemos sobre essa doença. O máximo que conseguimos foi obter controle dos sintomas com os antipsicóticos. Nem sua classificação, que é um dos aspectos fundamentais da pesquisa, foi devidamente concluída."

Analisando este conceito de que a esquizofrenia pode ser explicada como tendo mais de uma causa, concordo plenamente. Como conhecedor de forças sobrenaturais, posso afirmar com certeza que muitos casos são vão os tratamentos com psicotrópicos, porque só estamos vemos a ponta do iceberg. Em muitos casos a esquizofrenia esta ligada a possessão demoníaca. Não reconhecer este fator espiritual limitará o médico em conseguir êxito somente em certos casos e não em outros.
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